sexta-feira, 7 de julho de 2017

Motoristas podem estacionar perto do Hotel Piraju

COMUTRAN rejeita pedido de estacionamento próximo a Hotel Piraju



Pintura do meio e placas serão retiradas

Em reunião extraordinária, realizada na tarde de quinta-feira (6), o Conselho Municipal de Trânsito (COMUTRAN) rejeitou o pedido da Prefeitura para impedir estacionamento na Rua Major Mariano, próximo ao Hotel Piraju. Após essa deliberação do Conselho de Trânsito de Piraju, a Prefeitura terá que retirar a pintura na cor amarela do meio fio e retirar a placa avisando sobre a proibição de estacionar no local colocada de forma irregular, sem anuência do COMUTRAN.

Há cerca de três semanas o estacionamento foi proibido no local, mas a medida não tem validade por ter sido adotada ao arrepio da lei sem tramitar pelo COMUTRAN. Por isso, as autoridades que fiscalizam o trânsito em Piraju não poderão multar os proprietários de automóveis estacionados no local e, se forem multados, a penalidade poderá ser facilmente anulada.

A decisão de impedir o estacionamento naquele local partiu da Prefeitura para, supostamente “proteger os pedestres”, conforme explicou Paulo Sara, diretor Administrativo da Prefeitura. É que a calçada no local está com o trânsito de pessoas impedido por conta de tapumes instalados, de forma irregular, para realização de obra de demolição do Hotel Piraju. O proprietário do imóvel foi notificado pela Prefeitura para colocar os tapumes nas medidas previstas no Plano Diretor na Lei nº 144/2013 Código de Obras de Piraju.
No detalhe, o artigo 15 da lei 144/13
 da lei medida  que deve ser colocado o tapume


Entretanto, ao invés de regularizar os tapumes o proprietário pediu prazo de 90 dias para concluir a obra que está parada há um ano. A Prefeitura deferiu o pedido e impediu o estacionamento no local prejudicando inúmeros comerciantes do local. Cabe ressaltar que, segundo informou um servidor da Prefeitura, o proprietário do Hotel Piraju instalou os tapumes na medida errada por orientação de um diretor do setor de Fiscalização da administração passada.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pedreiros e guardas de Piraju não são qualificados?

Érico cobra cumprimento da Lei n º 2.961/2006
Foi isso que o vereador Érico Tavares entendeu ao ler a reposta que Construtora Sousa Araújo LTDA deu a um requerimento de sua autoria questionando os motivos pelos quais a empresa não contratou mão de obra local para construção das casas do Conjunto Habitacional Owaldo Dearo Castilho em Piraju. De acordo com o Sr. Jucieudo Araújo de Sousa, representante da empresa, em Piraju não há mão de obra especializada em construção civil para a obra que está sendo realizada.
“Os serviços a serem executados na obra tem determinadas particularidades que inviabilizam a contratação de mão de obra local como: estrutura metálica, radiers com sarrafeamento em nível 0, alvenaria em bloco de concreto e demais outros itens”, explicou Sousa lembrando que para os serviços de terraplanagem e limpeza da obra, foram contratados profissionais locais.


Em ofício enviado à Prefeitura empresa disse ainda que há disposição de contratar pessoal da cidade para o cargo de vigilantes, mas ainda não encontraram mão de obra qualificada também nesta área.
“No início também contratamos vigilantes da cidade de Piraju, mas com pouco tempo os mesmos solicitaram dispensa dos serviços. Posteriormente fizemos várias entrevistas para nova contratação, mas não conseguimos pessoal qualificado para este e demais serviços”, lamentou Jucieudo.
O requerimento de Érico foi apresentado na Câmara depois que tomou conhecimento de que a Lei nº 2.961/2006, que determina que as empresas que realizaram obras públicas no município contratem pelo menos 60% de mão de obra local. Esta obrigação consta no item 1.4 do contrato firmado entre a Prefeitura e a empresa.
Lei estabelece 60% de mão de obra local
em obras públicas
Para o vereador Érico é um absurdo a justificativa da empresa uma vez que, em Piraju, existem excelentes profissionais no ramo da construção civil e vigilância patrimonial, formados por uma empresa de Bauru.
“Aí vem esse cidadão dizer que Piraju não condição de ter servente de pedreiro e nem de vigilante para trabalhar na obra e tem que trazer tudo de fora. Ele está zombando com a cara do povo de Piraju. Ele está tirando onda com a nossa cara. Se o povo de Piraju não serve nem para ser guarda, então pode largar mão”, esbravejou Érico Tavares que pretende apresentar uma denúncia ao Ministério Público (MP) relatando o descumprimento da 2.961/2006 em Piraju.

A iniciativa do vereador é louvável, mas tem que ir além da tribuna da Câmara. Como porta-voz do prefeito José Maria Costa, presume-se que o vereador tenha livre aceso ao chefe do Executivo e pode informa-lo sobre a questão antes de levar o caso até o Ministério Público. Até porque, o prefeito é a primeira instância a tomar providência sobre o descumprimento da lei e pode rescindir o contrato com a empresa caso se negue em cumprir a lei. E pode responder por omissão.
Somente depois é que o caso deve ser evado ao MP. Os vereadores tem a função de fiscalizar, mas este ato não deve ser feito apenas de sua mesa da Câmara ou usando a tribuna como “out door”.  Além do mais, há muitas outras leis sendo descumpridas em Piraju sem a devida atenção como a que foi dada no caso da Lei nº 2.961/2006.

CDHU Divulga lista de mutuários irregulares em Piraju

Nelson Brizola agente do CDHU em Piraju


A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) divulgou esta semana uma lista com nomes de 26 pessoas que precisam regularizar sua situação de acordo com a cláusula resolutória do contrato de cessão e promessa de compra ou locação social de imóveis do Conjunto Habitacional Dr. Ovídio Tucunduva Jr. O CDHU informou que os mutuários tem prazo de 30 dias que vai até o dia 3 de agosto de 2017.

Explicando de forma simples, a cláusula resolutória é aquela que aponta as condições estabelecidas nos negócios jurídicos possibilitando que o acordo seja desfeito, caso algum outro item do contrato não seja cumprido. A falta de pagamento das prestações, por exemplo, gera para o credor o direito de escolha entre cobrar o valor devido ou resolver o contrato a seu critério.
De acordo com Nelson Brizola, agente do CDHU em Piraju, esta mais uma oportunidade que os mutuários têm para acertar as situações irregulares encontradas pelos técnicos da empresa na última visita que fizeram a Piraju ainda no ano passado.  Entre as irregularidades estão falta de pagamento das prestações, imóveis ocupados por outras pessoas que não o titular do contrato com o CDHU e, ainda as casas vendidas por contrato de gaveta fora do período permitido.

Veja se seu nome está na lista abaixo.

Para regularizar sua situação com o CDHU, os mutuários devem procurar o agente Nelson Brisola do CDHU em Piraju na Rua João Hailer, 387 Praça Arruada de segunda a sexta nos horários das 8h as 11h e das 12h as 17h.


Adriane Timóteo
Almir Santos Teixeira
Andréia Gomes de Oliveira
Aparecida Levina Germano Lúcio
Aparecido Donizete Camargo
Benedito Silvério
Bertolina Pereira de Oliveira Marques
Bruna Gonçalves da Silva
Danildo Aparecido dos Santos
Edna Maria Caldeira dos Santos
Eliane Parizoto
Fernando Nunes Fernandes
Lúcia Helena Zacarias Nunes
Lúcia da Silva Camilo
Luzia Rodrigues Maria
Mário Gomes Vitorino
Milton Ramos
Natal Aparecido Martins
Natércia dos Santos
Octávio Calixto de Barros
Richards Xavier de Barros
Roberto Aparecido Moreira
Rogério Roque
Rosemeyre de Oliveira Pontes
Sílvio Carlos Bressan
Sônia Silva Almeida



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Prefeito de Piraju propõe esforço conjunto contra usina

Reunião em defesa do Paranapanema aconteceu o gabinete do prefeito







O prefeito de Piraju José Maria Costa propôs esforço conjunto de toda a população para combater a nova investida da empresa Energias Complementares do Brasil (EC Brasil) que, na semana passada, deu mais um passo para levar adiante seu objetivo de construir mais uma usina em Piraju. Como já havia se manifestado pelas redes sociais, José Maria Costa convocou todos os grupos organizados de Piraju para elaborar estratégias de defesa do rio.
Na reunião, o prefeito falou sobre o requerimento protocolado pedindo certidão de uso e ocupação de solo e sobre as providências políticas que já adotou em recente viagem à Capital do Estado para se reunir com alguns deputados sensíveis a causa, entre eles o deputado estadual Ricardo Madalena.
Na área jurídica, os advogados Sérgio Guerra e Lourenço Munhoz Filho, respectivamente advogados da Prefeitura e Câmara municipal, também estudam meios legais de impedir a emissão da certidão solicitada pela EC Brasil.
Paralelamente, uma força tarefa formada  por diretores da Prefeitura, vereadores, profissionais liberais, empresários atuam na área do turismo em Piraju, ONGS, Organizações Ambientais e toda imprensa de Piraju, estão empenhadas em reunir todo material de mídia já confeccionado tendo o rio como foco principal.
Entre estes materiais estão fotos, textos e vídeos mostrando as atividades turísticas praticadas nas corredeiras do Paranapanema, a importância do rio para manutenção do título de Estância Turística de Piraju, a manutenção da fauna e flora local, a manutenção do trecho de corredeira onde está a pista de canoagem slalom que formou mais da metade dos atletas olímpicos de Piraju na modalidade e como este empreendimento vai prejudicar o desenvolvimento de um município que já tem quatro usinas em seu perímetro.
Todo esse material será usado para mostrar a todas as autoridades competentes que o ultimo trecho vivo do rio que corta o município não pode sofrer mais nenhuma intervenção com empreendimentos hidrelétricos sem colocar em risco toda comunidade que aqui vive e que a  população de Piraju já decidiu que não quer mais usina por aqui.

Na reunião, uma comissão foi formada para organizar os eventos em defesa do rio e, um novo encontro foi marcado para traçar novas estratégias de trabalho em defesa do rio Paranapanema. 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Usineiros pedem certidão de uso de solo em tom de ameaça

Local onde a barragem da nova usina será construída. Represa ameaça Parque do Dourado e pista natural da canoagem
Os representantes da empresa Energias Complementares do Brasil (EC Brasil) que planeja construir uma pequena usina hidrelétrica (PCH II) na região do rio Paranapanema que fica logo abaixo da entrada do Parque do Dourado, protocolaram na Prefeitura um pedido de emissão de certidão declarando que a construção e funcionamento de uma usina naquele trecho do rio Paranapanema em Piraju está em conformidade com a legislação aplicável ao uso e ocupação de solo.
O requerimento já era esperado uma vez que as leis que protegem o último trecho de corredeiras do rio que corta Piraju foram declaradas inconstitucionais por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADin), por aqui, até hoje sob suspeita de ter sido patrocinada pela empresa que já esteve em Piraju anos atrás com mesma intenção e foi rechaçada pela população.
O que causou forte impressão no prefeito José Maria Costa e toda sua equipe administrativa foi o teor do requerimento considerado pelo chefe do Executivo como ameaçador, mal educado e de baixo nível.   É que, depois de pedir a certidão, o documento assinado por José Guilherme  Antloga do Nascimento, diretor da EC Brasil, aponta as consequências da negativa da Prefeitura em emitir o documentos.
 “Em caso de omissão do agente público incumbido de responder ao interessado, poderão ser-lhe impostas reprimendas administrativas previstas no Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União, do estado federado ou do município, conforme seja ele, respectivamente, servidor federal, estadual ou municipal. De sua inércia, ainda, poderá resultar a configuração de improbidade administrativa (artigo 11 da Lei nº8429 de 02.06.1992) Na esfera criminal, o retardamento ou a omissão indevida na prática de ato de ofício, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, caracteriza a delito de prevaricação (CP, artigo 319). Também constitui crime de responsabilidade do Chefe do Poder Executivo municipal deixar de fornecer certidões de atos ou contratos municipais dentro do prazo estabelecido em lei (Decreto lei 201/67, artigo 1º, inciso XV)”, escreveu assim o diretor da EC Brasil como se os profissionais da Prefeitura fossem um bando de ineptos que não conhecem leis ou suas obrigações.
É estranho, aliás, o pedido de certidão que declara as atividades da EC Brasil se preparando para construir mais uma usina em Piraju como em conformidade com a legislação ao uso e ocupação de solo uma vez que é de conhecimento da empresa que as leis que protegem o rio foram derrubadas. Entranho também é o fato de que, mesmo já passado algum tempo, a Câmara ainda não revogou tais leis. Somente esta semana o assunto foi comentado no Legislativo de Piraju. Mas isso é outro assunto.
É fato. O último trecho de corredeiras do rio Paranapanema está desprotegido. A Ação Direta de Inconstitucionalidade julgada no Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional a Lei nº 2.634/2002 que criou o Parque Municipal Natural do Dourado; a Lei nº 2.654/2002 que prevê interregno de 20 para construção de usinas no município; o artigo 10, inciso XXIX da Lei Complementar nº 143/2013 proíbe construção de hidrelétricas em Piraju e a Resolução nº 01/2002 de tombamento do rio Paranapanema do Conselho do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Município de Piraju. Todas que proibiam a construção de usinas em Piraju.
O prefeito José Maria costa publicou nas páginas sociais que vai lutar para impedir o empreendimento. Na Câmara, os vereadores também se posicionaram contra a construção de usinas em Piraju. Ao usar a tribuna da Câmara, presidente do Legislativo foi racional e pediu que todos aqueles que são contra que se manifestem para que o movimento contra a usina ganhe força. E, de fato, se a questão é proteger o rio, essa responsabilidade já não cabe mais unicamente e exclusivamente ao Poder Público, ONGs e organizações ambientais. É preciso engajamento. Se a maioria da população já se manifestou contra as usinas, a possível minoria que é a favor deve, democraticamente, aderir às ações realizadas em defesa do rio. Não adianta ficar na bronca uns contra os outros já que a bronca maior é mexer com o que é da terra. União sempre. Parafraseando Assis Valente em Brasil Pandeiro: “Está  na hora dessa gente bronqueada mostrar seu valor”.   


PROERD forma nova turma de resistentes às drogas

Instrutor cabo Melo convida população para formatura de nova turma do PROERD

O Programa Educacional de Resistência às Drogas e Violência (PROERD) realizado por policiais militares voluntários, realizará na sexta-feira (30) mais uma formatura de alunos que passaram por criteriosa instrução de prevenção às drogas e à violência. A formatura de uma turma de 354 crianças com idade de 10 e 11 anos, das redes de ensino municipal e particular, acontece no Ginásio de Esportes Cyro Barreiros às 19 horas. A presença da população é fundamental para que mais e mais crianças se sintam motivadas em participar de novos programas de resistência às drogas. Cabo Melo, policial militar responsável pela instrução dos alunos acredita que o trabalho de prevenção é de suma importância para evitar que os futuros jovens e adultos fiquem longe das drogas. “A informação e prevenção e a melhor forma de livrar nossas crianças das drogas”, destacou o policial militar que dá continuidade ao trabalho de outros colegas que atuaram como voluntários no PROERD.
Serviço
Formatura do PROERD
Data: Próxima sexta-feira 30 de junho 2017
Horário: 19 horas

Local: Ginásio de Esportes Cyro Barreiros 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Quem manda no trânsito de Piraju?

Meio fio pintado usado para proibir
estacionamento ao lado do Hotel Piraju
Depois de pintar a faixa de pedestres com um fundo vermelho fora dos padrões estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), agora, a atual administração volta a tomar uma atitude que fere as leis que regem o trânsito de Piraju, e o que é pior, penalizando alguns comerciantes que ficaram entre um descumprimento do Código Obras do município e a lambança da Prefeitura.

Uma autorização concedida pela Prefeitura ao proprietário do prédio do Hotel Piraju, que passa por reformas, está sendo encarada pelos comerciantes da região como um benefício ao infrator do Plano Diretor de Piraju, mais especificamente o artigo 15 da Lei 144/2003 o código de Obras de Piraju.

De acordo com essa lei, os tapumes e andaimes de obras realizadas no município “não poderão ocupar mais do que metade da largura do passeio deixando a outra inteiramente livre e desimpedida para transeuntes”.

Entretanto, não é isso o que está ocorrendo na obra do prédio do Hotel Piraju que fica na Rua Major Mariano, centro da cidade, onde existem vários estabelecimentos comerciais como a agência da Caixa Econômica Federal, um correspondente bancário, um supermercado, um açougue, um restaurante e o escritório de uma fazenda.

O problema é que os tapumes estão colocados de forma que, dos 2,20m da calçada, apenas 50cm fiquem para os pedestres, quando deveria ser reservado, pelo menos 1,10m. Em alguns pontos do que restou da calçada o espaço é bem menor que 50cm e, em outros locais, os postes fazem com os transeuntes tenham que andar pela Rua Major Mariano num ponto onde o tráfego é intenso.

A situação do local foi abordada pelo vereador Érico Tavares que solicitou à Prefeitura que notificasse o proprietário para colocar os tapumes na forma como manda a lei, mas não foi isso o que ocorreu. Ao invés de exigir o cumprimento da lei, a Prefeitura não só permitiu que a infração continuasse como promoveu a pintura de uma faixa amarela no meio fio, para impedir que os motoristas estacionem no local. Essa medida foi encarada pelos comerciantes como uma punição, já seus clientes não poderão parar no local para comprar em seus estabelecimentos.

“Quem transgride a lei é beneficiado e quem anda direito é prejudicado. Todos os comércios daqui serão prejudicados com esta medida da Prefeitura”, lamentou um comerciante, que trabalha no local e preferiu não ser identificado. Preocupado, ele apontou que impedir que os carros estacionem não beneficia os pedestres que ainda assim terão que andar na rua e ficar expostos a acidente.

Segundo a reportagem do jornal Piraju Regional News apurou junto ao Departamento de Trânsito e Fiscalização, a Prefeitura notificou o proprietário do Hotel Piraju pedindo que o empresário regulamentasse os tapumes conforme prevê a Lei 144/03. De acordo com a servidora Luciana, que trabalha naquele departamento, ao invés de adequar os tapumes a legislação, os responsáveis pelo prédio informaram que as obras, que estão paradas há pelo menos um ano, serão reiniciadas e pediu que os tapumes fossem mantidos. Com base nestas informações, Paulo Sara, diretor administrativo da Prefeitura, não só concedeu prazo de 90 dias para que os tapumes fiquem onde e como estão e, ainda, mandou que o meio fio fosse pintado de amarelo para que os carros não estacionem no local. Entramos em contato com o diretor Administrativo para confirmar a informação. Paulo Sara disse que decidiu pela proibição do estacionamento no local para segurança dos pedestres e que isso é em caráter provisório.

Além de permitir que os tapumes fiquem colocados em medida fora do especificado no Código de Obras, que faz parte do Plano Diretor de Piraju, Sara ainda determinou que fosse realizada uma sinalização de estacionamento, sem que isso fosse deliberado pelo Conselho Municipal de Trânsito (COMUTRAN). Além do mais, de acordo com o artigo 86-A do Conselho Nacional de Transito (CONTRAN), diz que “as vagas de estacionamento regulamentado deverão ser sinalizadas com as respectivas placas indicativas de destinação e informando os dados sobre a infração por estacionamento indevido”, ou seja, a sinalização proibindo estacionamento no local está irregular, até porque, o órgão que regulamenta o trânsito de Piraju é o COMUTRAN.


Sem contar que, nos locais onde o estacionamento é proibido, deve haver instalação de sinalização vertical que são as placas conjugadas com informação suplementar horizontal que são as linhas amarelas. Com a sinalização insuficiente e incorreta como a que foi feita pela Prefeitura, as autoridades que fiscalizam o trânsito no município, no caso a Polícia Militar, não poderão aplicar multas aos proprietários dos veículos que estiverem estacionados no local conforme estabelecido no artigo 90 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Mais demissões e cortes na Prefeitura para conter gastos

Silvano recebe visita do prefeito José Maria e seu vice.










Falando sobre a recente demissão do diretor de Planejamento por contenção de gastos, Silvano de Mattos, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Piraju, sugeriu ao prefeito José Maria Costa que demita mais servidores comissionados, conforme promessa feita em reunião com a diretoria do sindicato realizada no dia 8 de dezembro de 2016. De acordo com Silvano, se a demissão de Ortega foi justificada por contenção de gastos, há mais demissões a se fazer, principalmente se isso irá garantir os salários dos servidores de carreira da Prefeitura.
“O prefeito prometeu reduzir o número de comissionados pela metade e não é isso o que está ocorrendo. Se isso vai garantir pagamento dos funcionários e pagamento de fornecedores tem continuar as demissões. Em se tratando de funcionalismo, até agora está tudo como era na administração passada”, destacou Silvano de Mattos em entrevista concedida esta semana e em conversa com a reportagem do Piraju Regional News onde apontou alguns cargos que o prefeito poderia demitir para economizar.
Apesar de ter falado apenas na demissão de comissionados contratados pela nova gestão de Piraju, Silvano Mattos sabe que existem outras formas do prefeito economizar verbas da Prefeitura. Silvano já cobrou da administração passada a aplicação correta da lei que concede até 70% para os servidores que ficam à disposição da Prefeitura com previsão de fazer horas extras como motoristas do caminhão de lixo, Ação Social, Saúde, Educação e do gabinete, além de encarregados, coveiro, fiscal, operador de máquina rodoviária e tratorista. Em 2015 chegou ao conhecimento do presidente do sindicato que o gasto da Prefeitura com esses funcionários chega a R$ 87 mil e que outras categorias não previstas na lei também recebem. (Veja lei no detalhe)
Lei nº 3.214/09 que prevê 70% aos servidores

Há ainda o pagamento de benefícios como adicional de insalubridade pago pela Prefeitura indevidamente que já foi apontado por Osvaldo Ortega em abril de 2016. De acordo com um laudo realizado em 2015, o município estaria suportando um custo que não deveria arcar. Ainda hoje há servidores contemplados com adicional de insalubridade desde a elaboração do primeiro laudo em 1999, mas que não teriam direito a esse benefício.
Entre esses servidores estão motoristas, jardineiros, pedreiros, servente, merendeira, agentes comunitários de saúde, fisioterapeutas, pintor, fiscais, assistente social, assessor, psicólogo, auxiliares de serviços gerais que recebem 20% ou 40% em valores que variam de R$ 46,93 como agentes saúde a R$ 352,00 para um motorista. Estes pagamentos aos 399 servidores em março no ano de 2016 chegaram à cifra de R$ 990 mil. O pior é que, muita gente que deveria estar recebendo não recebe.
E é isso! Há o que cortar, mas existe a dificuldade pela questão política. Ortega tentou avisar o prefeito para adequar o pagamento deste benefício, mas deve ter enfrentado dificuldades como é fácil supor, principalmente se o prefeito já está pensando em reeleição, como parece que está. Afinal, se há relutância em tomar medidas de contenção realista de gastos por temer desagradar um grande número de servidores, talvez a possibilidade de se candidatar a reeleição já lhe teria passado pela cabeça. Mas isso só será revelado mais tarde.



sábado, 17 de junho de 2017

Ciúme de homem pode ter sido o real motivo da saída de Ortega

Não preciso de cargo para ajudar a administração
do prefeito José Maria: diz Ortega
Apesar de o prefeito José Maria Costa ter se manifestado pelas redes sociais dizendo que o motivo da demissão de Osvaldo Ortega foi contenção de gastos pela crise econômica, o real motivo pode ter sido a grande exposição na mídia que o diretor de Planejamento vinha conseguindo através de seu trabalho. Esta semana, em entrevista a duas emissoras de rádio de Piraju, o médico Osvaldo Ortega atribuiu sua demissão da prefeitura primeiramente a insegurança jurídica do prefeito quanto a incompatibilidade de dos cargos que ocupa na Organização Social (OS) que administra o Hospital de Piraju onde é responsável pelas internações e o de diretor na prefeitura de Piraju.

De acordo com lei um servidor público não pode receber salários pagos pela mesma fonte. Como A OS recebe mensalmente verba da Prefeitura para gerir o Departamento de Saúde do município. Como Ortega recebe um salário da OS e outro da Prefeitura, há o entendimento de que o médico estaria recebendo em duplicidade da mesma ponte pagadora. No entendimento de Osvaldo Ortega, isso não acontece porque, a lei só se aplica quando o servidor ocupa dois cargos de direção. “O meu cargo na OS onde estou há três anos não é de direção, apenas na Prefeitura ocupava cargo de diretor”, disse ex-diretor da Prefeitura.

Para Ortega, entretanto, este não seria o único motivo de sua demissão. “Ninguém sai por um único motivo. Quando sai alguém tem muita coisa envolvida”, vaticinou o médico de acordo com o clima que sentiu nos bastidores da Prefeitura. Enquanto desenvolvia seu trabalho na pasta do Planejamento um dos mais importantes departamentos da Prefeitura, principalmente nesta época de escassez de recursos, Osvaldo tinha a atribuição e avaliar, fiscalizar e potencializar os recursos do município o que incluía cortes em gastos que anteriormente andavam de rédeas soltas, por assim dizer.
Com base nisso, o ex-diretor de Planejamento entendeu que haveria um segundo motivo para sua saída causado pelo trabalho que vinha realizando e que pode ter tomado dimensões políticas e, também, pela proximidade com o prefeito, o que não foi muito bem digerido por alguns de seus colegas que viram no médico um potencial candidato para as próximas eleições. Nas entrelinhas da entrevista que concedeu às rádios Paranapanema e Eduvale FM, muita gente entendeu que Ortega pode ter detectado ciúme de homem em pessoas interessadas na eleição de 2020 que se movimentaram para sua saída.

“Tem departamento que tem mais evidência em detrimento de outros. Ninguém se sobressai impunemente. O planejamento é uma área muito importante dentro de uma administração. Por estar sempre com o prefeito cria-se atritos e várias arestas. Um fala uma coisa aqui, outro faz outra coisa lá. As pessoas começam a pensar coisas que não existem. Talvez está aqui, mas pensado na próxima eleição. Eu não tenho nenhuma pretensão política”, disse Ortega em entrevista a rádio Eduvale FM.
Sobre sua saída o médico disse ainda que não precisa de cargo para ajudar seu amigo José Maria Costa, mas não entendeu porque o prefeito se preocupou em apresentar explicações para sua demissão. Para Osvaldo, a demissão de um cargo comissionado é uma coisa muito natural.

“A melhor justificativa é dizer achei que tinha de mudar. Não precisa dar desculpas. Não é questão de dinheiro. O cargo é de confiança e não precisa dizer que desconfiei. Ele é o chefe o Executivo. É ele quem vai responder”, concluiu Osvaldo Ortega que só lamentar não poder concluir o planejamento do real orçamento da Prefeitura que tinha iniciado.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Paulinho da Força perde os direitos políticos

Paulo Pereira da SilvaVoto da relatora
Voto da relatora no fim da matéria

A desembargadora Consuelo Yoshida da 3ª Região do Tribunal Regional Federal determinou a suspensão pelo prazo de cinco anos, os direitos políticos do deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP) que é acusado por improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). De acordo com denúncia do Ministério Público Federal, o parlamentar, quando era presidente da central sindical, contratou a Fundação João Donini sem licitação, para ministrar cursos profissionalizantes para desempregados e pessoas de baixa renda utilizando recursos do FAT.

Além de Paulinho da Força Sindical, outros réus, incluindo o responsável pela Fundação, João Francisco Donini, foram condenados ao pagamento de multa, calculada no valor contrato com dispensa de licitação, proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, também pelo prazo de cinco anos.

A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF3) aponta a inidoneidade da Fundação com base nas inconsistências nos cadastros de alunos com duplicidade de CPFs e que, as provas no processo revelam o “prejuízo causado à efetiva e eficaz prestação de serviço público com dinheiro público por instituição absolutamente desqualificada para tanto”.

De acordo com a denúncia do MPF, a Força Sindical presidida à época por Paulinho, firmou entre os anos de 1999 e 2000, três convênios com o Ministério do Trabalho para qualificação e requalificação profissional de trabalhadores desempregados ou sob risco de desemprego e também para micro e pequenos empreendedores e autônomos. Em uma das parcerias, a Força Sindical teria contratado a Fundação Domini por R$ 215 mil para ministrar esses cursos.

Os réus tinham pleno conhecimento da incapacidade técnica e da precariedade das instalações para a realização dos cursos profissionalizantes pela fundação contratada e “agiram, no mínimo, com culpa grave, porquanto não atuaram com a diligência esperada na contratação do convênio em questão”, ressaltou o colegiado do TRF3.

A Força Sindical disse que o deputado Paulo Pereira da Silva é vítima de perseguição política e que, no caso presente, a execução de uma parte ínfima do plano, numa cidade do interior paulista, um procurador ingressou com uma Ação Civil Pública contra Paulinho, presidente da Força, e a própria Força, em vez de ingressar contra a entidade. Essa Ação Civil Pública, diz a Força, foi considerada improcedente pelo juiz de Primeira Instância da Justiça Federal de São Paulo, por inexistir dano ao erário e que vai recorrer da sentença.

Tiago Cedraz, advogado de Paulinho e da Força, disse que a Força Sindical e o seu presidente, Paulo Pereira da Silva, respondem a Ação Civil Pública fundada em ato de improbidade administrativa em razão da contratação da Fundação João Donini pela Força Sindical na execução de convênio vinculado ao PLANFOR do MTE em 2001.

Esta Ação Civil Pública foi julgada totalmente improcedente pelo juiz de 1ª instância da Justiça Federal de São Paulo e que, à época da assinatura do referido convênio, não se exigia a realização de licitação para subcontratação no âmbito dos convênios. O advogado salienta  que já restou provada a inexistência de dano ao erário ou enriquecimento ilícito, tampouco a presença de dolo ou má-fé, a Força e o seu presidente interpuseram os recursos cabíveis confiantes de que a Justiça reconhecerá a total improcedência da Ação Civil Pública.

Fonte: Estadão

Veja o voto da relatora
http://web.trf3.jus.br/acordaos/Acordao/BuscarDocumentoGedpro/3070746



Teyquê–Pê destaca rio Paranapanema em Semana Nacional do Meio Ambiente

Rio Paranapanema em Piraju














Teyquê–Pê destaca rio Paranapanema em Semana Nacional do Meio Ambiente
A Organização Ambiental Teyquê-Pê comemorou a Semana Mundial do Meio Ambiente com uma ação cultural/ambiental em defesa do rio Paranapanema que envolveu show de música com`Paulo Vigu e Daniel Vianna, apresentação de cultura indígena com a tribo Tupi Guarani Tekoa Porã, contação de histórias, rodas de conversa e até a participação dos alunos e professores Escola Municipal de Canoagem Slalom que treina no último trecho de corredeira do rio. 
Foto. Marcos Fernandes - Paulo Vigu e Daniel Vianna


O evento, realizado às margens do rio que corta Piraju e corre risco de alvo de mais um empreendimento hidrelétrico, contou com adesão total da população e de várias autoridades que foram prestigiar o trabalho incansável em devesa do rio realizado pelos membros da Teyquê-Pê. Os vereadores Valberto Zanatta, Genivaldo Borge, João Luciano, Leonardo Tonon, Reginaldo Piruá e José Carlos da Miloca marcaram presença.
O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho por recomendação da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia.
Foto. Marcos Fernandes - Público participante da
Semana Nacional do Meio Ambiente
em Piraju
Em 27 de maio de 1981, o governo brasileiro estabeleceu que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente através do Decreto Federal 86.028. A comemoração tem por finalidade apoiar a participação da comunidade nacional na preservação do patrimônio natural do País.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído para chamar a atenção dos povos e promover ações políticas e administrativas para aumentar a conscientização e a preservação ambiental. O evento promovido pele Organização Ambiental de Piraju serviu para chamara a atenção da população para questões ambientais em todo o globo sobre questões ambientais e, principalmente para o rio Paranapanema ajudando aos participantes na percepção de responsabilidade e também o poder de se tornar um agente para a mudança, apoiando uma forma de desenvolvimento mais justa e sustentável. 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Morre Chico Pipoca o prefeito que marcou Piraju



Prefeito Chico Pipoca e seu vice José Maria Costa

Faleceu na tarde de quinta-feira (8) o ex-prefeito de Piraju Francisco Rodrigues, popularmente conhecido como Chico Pipoca. O agricultor que, também era político de grande expressão na região e no Estado de São Paulo, morreu aos 88 anos de idade após passar mal em sua residência na Rua Rodrigo Vasconcelos Spínola, no Jardim Ana Maria. O ex-prefeito de Piraju já estava com a saúde debilitada nos últimos meses e recebia cuidados de sua família.  Na tarde de quinta-feira, seu estado agravou e a família buscou ajuda no pronto socorro, mas Francisco Rodrigues já chegou ao local sem vida.
Francisco Rodrigues foi um dos políticos mais influentes de Piraju e região e, ainda hoje mantém sua marca a administração pública do município através José Maria Costa que foi seu vice-prefeito. Rodrigues. Jair Cesar Damato, prefeito da gestão anterior, também foi vice de Chico Pipoca
no período de 2008 a 2012. Denílton Bergamini, atual presidente da Câmara foi diretor de Esportes de uma de suas administrações e participou do governo de Piraju como vice de Jair Damato.
Francisco Rodrigues ganhou notoriedade devido a sua origem humilde e das conquistas que teve ao longo de sua vida. Aos doze anos já trabalhava como engraxate, depois passou a ser office-boy de um escritório e vendedor de pipoca ajudando seu pai em frente ao Cine Jardim, atividade essa que lhe rendeu o apelido de Chico Pipoca, que o acompanhou por toda sua vida, inclusive na política.
Acostumado ao trabalho desde cedo, Rodrigues, foi proprietário do bar Três Cantos, depois de um armazém de secos e molhados que funcionava no prédio da Rádio Paranapanema, emissora que mais tarde, Francisco tornou-se o primeiro proprietário. Depois de trabalhar por um período em São Paulo, voltou a Piraju e passou a dedicar-se à agricultura e, junto com outros proeminentes agricultores reergueram a cooperativa de cafeicultores de Piraju.
 Ao mesmo que tempo em que cuidava das propriedades de sua família, Chico Pipoca já se envolveu na política e nunca mais a deixou. Na eleição de 2016, havia rumores de que ainda queria participar de mais um pleito, mas cedeu lugar para seu filho Luiz Francisco Rodrigues, que disputou a eleição como vice de Jair Cesar Damato.
Em sua trajetória política, Francisco Rodrigues foi um homem de muitas conquistas, conseguindo ser o único político de Piraju a conseguir quatro mandatos, graças ao fato de muitos eleitores da classe mais humilde terem se identificado com sua trajetória de menino pobre vendedor de pipoca a um bem sucedido agricultor. Sua votação era tão expressiva que, ainda no primeiro mandato, deixou a Prefeitura por oito meses para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo. Neste período, assumiu a Prefeitura seu vice Miguel Mário Napolitano.  
Primeiro mandato de Rodrigues foi de 6 anos no período de 01/01/ 1977 a 31/12/ 1982. O segundo foi de 01/01/1989 a 31/12/1992.  O terceiro mandado, Pipoca conquistou depois de 12 anos, acabando com a hegemonia do PSDB, ressurgindo e pondo fim aos comentários de que sua via pública estava acabada. Naquela eleição, Chico Pipoca ficou com 52% dos votos, mais do que a soma dos votos de seus três concorrentes e governou de 01/01/2005 a 31/12/2008 e, em seguida foi reeleito para o quarto e último mandato de 01/01/2009 a 31/12/2012.
Durante seus mandatos, Chico Pipoca foi um político realizador e muitas obras marcaram sua passagem pela vida pública em Piraju. Suas obras marcantes foram :
Conjuntos Habitacionais: Augusto Morini (TetoI), José Maria Arbex (Teto II), Haydee Athiê (CODESPAULO) e Dr. Ovídio Tucunduva.
Escolas: Escola Mônica Bernabé Garrote, Yolanda Marinho Lessa, ETEC Waldir Duron Jr e término da escola do SESI.
Creches do Nosso Teto, Vila Tibiriçá e Vila São Pedro.
Há ainda construção de centros comunitários, centro de convivência infantil, centro de saúde (Postão), Fundo de Solidariedade, distrito industrial e outras tantas obras espalhadas pela cidade, todas fruto de seu tino administrativo e do prestígio político que conquistou junto a secretários e ministros e outras autoridades nas esferas federal e estadual, o que confere a Chico Pipoca um status de político de grande importância para a cidade de Piraju e região.

Francisco Rodrigues deixa a esposa Anália Bérgamo Rodrigues e os filhos Ana Maria, Júlia Elizabeth, Luiz Francisco, Maria Lydia e Rejane Rosa e também netos e bisnetos. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Magazine Luíza inaugura loja virtual em Piraju


Consumidores aguardando abertura da loja em Piraju
O magazine Luíza Inaugurou nesta quinta-feira (8) sua loja número 1003 em Piraju com grande festa para a população. Pouco antes das 10 da manhã, horário marcado para abertura, uma multidão aguardava ansiosa para conhecer a nova loja e sua nova proposta de trabalho de loja virtual. E parece que foi aprovada. Os itens mais vendidos foram celulares e televisores e muitos clientes aproveitaram para fazer seu cartão do Magazine Luíza.
Fabiano Amorim, Valberto Zanatta e gerente regional Márcio
A inauguração foi precedida de um coquetel realizado na quarta-feira (8) para autoridades municipais, imprensa e famílias dos funcionários da loja que passaram por um criterioso treinamento voltado ao atendimento de excelência aos clientes. No coquetel foram apresentados todos os profissionais e responsáveis envolvidos na implantação e preparação da nova loja do Magazine Luíza de Piraju.
O objetivo do coquetel foi apresentar para aos presentes a história do Magazine Luíza, o que é uma loja virtual, o leque de produtos disponíveis aos clientes e os benefícios que os colaboradores da loja terão. Além de vendas de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis, tablets e celulares, a loja virtual do Magazine Luíza de Piraju tem ainda consórcio e crédito pessoal com atraentes taxas de juros com a credibilidade de uma das empresas mais conceituadas do Brasil.
Vereadores Denilton, Érico e Brandini prestigiaram
o coquetel oferecido pelo Magazine Luíza
Os vereadores Denilton Bergamini, José Carlos Brandini, Valberto Zanatta e Érico Tavares participaram do evento e foram dar boas vindas aos representantes regionais do Magazine Luíza. Representando a Câmara Denilton agradeceu a escolha de Piraju para implantação da nova loja e colocou o município a disposição para que a loja continue em franco desenvolvimento.
Clientes aprovaram sistema virtual
Na quinta-feira (8) dia da grande inauguração, um grande número de pessoas aguardavam para conhecer as dependências da nova loja virtual e sua proposta de atendimento ao consumidor. Em pouco tempo, muitos clientes aprovaram o novo sistema trazido à Piraju pelo magazine Luíza e já efetuaram suas compras. “A forma de atendimento aqui é diferente e a gente fica à vontade. Apesar de não ter móveis em mostruário, tudo o que eu queria ver eles me mostraram. Este tipo de atendimento não deixa nada a desejar em relação à forma convencional”, disse a aposentada Maria Helena. Já outra cliente disse que nunca foi tão bem atendida. “Acho que o Magazine Luíza vai ter que treinar os funcionários de outras lojas ”, recomendou uma dona de casa que preferiu não se identificar.
Equipe Magazine Luíza de Piraju
O vice-prefeito Fabiano Amorim, que também é diretor de Indústria e Comércio de Piraju também foi prestigiar a inauguração do Magazine Luíza de Piraju. Para Amorim, ver uma empresa como o Magazine Luíza se instalando em Piraju é muito gratificante.  ´

“Estamos muito felizes com essa inauguração. A vinda do Magazine Luiza ratifica o potencial que Piraju tem como centro comercial de uma microrregião e a gente tem que considerar esse potencial expressivo da nossa cidade. Essas grandes redes fortalecem ainda mais nosso comércio e prestigia nossa população. É por isso que nossa administração está muito feliz e estamos de portas abertas”, comemorou o vice-prefeito Fabiano Amorim.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Prefeitura reluta em regulamentar sinalização de trânsito

As faixas de pedestres com fundo vermelho foram colocadas apenas
 na região da Praça Ataliba Leonel. As outras estão dentro do padrão legal

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Prefeitura abre concurso para fiscal de rendas e tributos


A Prefeitura de Piraju abriu esta semana concurso público para contratação de dois fiscais de rendas e tributos com faixa salarial de R$ 2.326, 00 com carga horária de trabalho de 40 horas.
O candidato à vaga deve ter conhecimento técnico em contabilidade, curso superior em administração, contabilidade, direito ou economia. A taxa de inscrição é de R$ 30,00 e as inscrições podem ser feitas no site da empresa www.exitusconcurso.com.br no período de 5 a 26 de junho.
A data prevista para realização da prova escrita é o dia 6 de agosto deste ano. 

Os candidatos desempregados, portadores de deficiência e os doadores de sangue, poderão requerer isenção do pagamento da taxa de inscrição, nos termos da Lei Municipal 2965 de 04 de julho de 2006, regulamentada pelo Decreto 5027 de 12 de julho de 2011. Mais informações sobre o concurso poderão ser obtidas no site da Exitus. 

Prefeitura apresenta dificuldade em fiscalizar terrenos com mato alto

Qual a possibilidade de um terrenos limpo como este sofrer ação de queimada?
Com a chegada do período de seca, os terrenos espalhados pela cidade sem construção, sujos e com mato alto, continuam sendo uma preocupação para a população e um desafio para a Prefeitura. Para a população, a preocupação se dá porque o mato alto quando seco é altamente inflamável e sua fumaça quando inalada gera problemas respiratórios que afetam, principalmente, crianças e idosos.  Sem contar as pessoas com doenças crônicas como asma e rinite alérgica que sempre procuraram ajuda médica aumentando ainda mais a demanda do Pronto Socorro.
Já num terreno sujo como o da foto apenas uma ponte de cigarro
pode causar a queimada e é principal desculpa dos donos
para se livrar das multas
Para a Prefeitura, o desafio  está na, suposta dificuldade, de punir os proprietários que insistem em desrespeitar a lei nº 3.806/2014 que instituiu o Plano Municipal de Urbanismo que prevê multa de R$ 350,00 para terrenos flagrados com mato alto. A lei diz que, o mato do terreno pode chegar até 50cm, ou seja, até a altura do joelho de uma pessoa e, após  atingir essa altura deve ser cortado o que nunca acontece. Para aplicar a multa prevista na lei, os fiscais, em tese, deveriam fiscalizar cada terreno medindo o tamanho do mato.
Há ainda o fato de que, muitos proprietários preferem aplicar veneno (herbicida) para limpar seus lotes, o que é expressamente proibido pelo Plano Municipal de Urbanismo. Mas a prática é recorrente e o mato seco pode ser queimado tanto por vandalismo como pelos proprietários para se livrar de ter que pagar alguém para realizar o serviço de capina. Ao serem confrontados pela Prefeitura, os donos tentam se eximir de culpa justificando que o fogo não é culpa deles e sim de outras pessoas.
Numa reunião realizada na Câmara, no dia 25 de maio, envolvendo vereadores, Polícia Ambiental e diretores da Prefeitura para discutir esse assunto, o Departamento de Fiscalização apresentou essa dificuldade de se fazer cumprira lei. De acordo com os fiscais da Prefeitura, as notificações para limpeza dos terrenos estão sendo feitas, mas há ainda aqueles que ignoram sua responsabilidade para com a lei. Desde o começo do ano, cerca de 330 notificações foram emitidas, mas 69 não atenderam.
A reunião na Câmara foi realizada com o objetivo de avaliar se há necessidade de reformular a lei para que a fiscalização seja mais fácil, mas até agora não foi anunciada nenhuma medida para solucionar o problema dos terrenos sujos que sempre terminam em queimada.  De acordo com as reclamações do Departamento de Fiscalização, fica evidente que, pelo menos em relação ao item da lei que permite mato com até 50cm, há necessidade de alteração e também responsabilizar o proprietário dos lotes por qualquer problema causado pela falta de limpeza no seu lote.

A resolução desta questão parece ser simples e realmente é. Em terreno limpo, sem mato, seja ele em qualquer estado ou tamanho, não há como alguém atear fogo e fica mais fácil para a Prefeitura fiscalizar livrando a população dos males que causam as queimadas. Resta saber se os legisladores estão mesmo com a firme intenção de atender às necessidades da comunidade que sofre com as queimadas em lotes e áreas no perímetro urbano do município.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Magazine Luíza abre nova opção de compra em Piraju

O Magazine Luíza, uma das maiores lojas de departamento com mais 800 lojas espalhadas pelo Brasil inaugura na próxima semana sua 1.003ª unidade em Piraju. Idealizada para ser loja virtual a unidade de Piraju vai trazer uma forma de comprar diferente para os consumidores de Piraju garantindo preços mais baixos e melhores formas de pagamento.
Além de produtos eletrodomésticos, eletroeletrônico, móveis, tablets, smartphones e vários outros itens, a loja de Piraju oferece ainda, outros produtos que vale a pena conferir na inauguração que acontece na quinta-feira (8).
Antes da inauguração, a equipe do Magazine Luíza de Piraju organizou alguns eventos para divulgar a nova loja que vai atender a Piraju e região.
No sábado (3), equipe Do Magazine Luíza deve percorrer o centro e locais com maior concentração de pessoas no comercio de Piraju entregando folder com informações sobre a nova unidade.
Domingo (4), o Magazine Luíza realiza um grandioso evento na Praça Ataliba Leonel com participação da Cacau show, Centro de Treinamento Boinha que vai ministrar aulas de alongamento e da dança zumba, animação da Eduvale FM e participação da equipe da Drogaria ultra popular que vai monitorar a saúde da população que vier conferir a novidade em Piraju.
Já na quarta-feira (7) no horário das 15h as 17:30h, uma carreata percorre a cidade anunciando a chegada de mais um Magazine Luíza, a mais uma opção de compra para os consumidores da região.
Finalmente, na quinta-feira (8) todos estão convidados para a inauguração da loja virtual Magazine Luíza de Piraju com grande festa onde as crianças poderão brincar em brinquedos pula- pula, distribuição de pipocas, e algodão doce para os primeiros a visitar o Magazine Luíza.
Veja no vídeo acima o convite da equipe que vai atender você no Magazine Luíza de Piraju.    

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Leonardo Tonon vai atender população na Câmara

Mesa que será usada por Leonardo Tonon
O vereador Leonardo Tonon vai começar a atender a população no prédio da Câmara em dias e horários pré-estabelecidos. De acordo com Tonon, o atendimento será feito a partir do dia 1º de junho em dias e horários pré- estabelecidos. As segundas-feiras, das 17 às 19hs, as quartas das 8 às 10hs e, às quintas-feiras, das 15 às 17hs.
Com essa iniciativa, Leonardo Tonon sai na frente e será o primeiro vereador a atender o público nos novos gabinetes construídos durante a reforma do prédio do Legislativo. Já com mais dois anos prontos, as salas nunca foram utilizadas com horário programado como o que será iniciado por Leonardo Tonon.
A construção dessas salas foi muito criticada devido ao valor gasto com uma obra que, na opinião de muitas pessoas, não seria utilizada. Em meio à polêmica sobre a construção, as salas ganharam o apelido de “baias”, devido ao seu tamanho diminuto. Há quem diga que o motivo foi outro.
Na legislatura passada, alguns vereadores chegaram a preparar suas salas com mobília e outros equipamentos para atender aos eleitores, mas a iniciativa não vingou. Já outros não teriam mostrado interesse neste tipo de serviço por não acreditar em seu resultado prático e também por não ter gostado do apelido de os gabinetes receberam.

Esta semana, o gabinete que Tonon usará para atender a população já está sendo preparado e, nos próximos dias, já se teremos como saber se os novos gabinetes ou “baias” terão realmente uma finalidade e quais os vereadores que estão dispostos em ficar à disposição da população no prédio da Câmara. Por enquanto só Tonon, que não está trabalhando, tomará a frente desta empreitada.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Prefeitura informa ruas que serão recapeadas

Rua Wilson de Souza Oliveira,
 no Conjunto Habitacional José Maria Arbex
A Prefeitura informou na semana passada quais as ruas que receberão recapeamento com a verba do DADE de 2014 que deveriam ser usadas exclusivamente para o turismo. Copiando o que foi feito em outras administrações, o prefeito José Maria Costa vai usar a verba para tentar diminuir as reclamações da população

. O projeto, em fase de conclusão, deve beneficiar várias ruas. Alguns bairros das periferia ficaram de fora.Veja se a sua está na lista.
Jardim Ana Carolina
Rua Edgard Martinelli, Macedo José Pedro, Jorge Francisco, Antônio Gomes de Almeida, José Ruiz Boretti, Juliana Alves Domingues, João Fantini e Irineu Martinelli.
Jardim Ana Carolina II.
Rua Roldão Monteiro de Souza, no Parque Ana Cristina
Ruas João Batista Motta Palma, Benedicto Gonçalves Filho, Luiz Jacob, José Benedicto Amorim, João Pedro dos Santos, Maurício Costa Ferreira.
Jardim Europa
Ruas Oswaldo Garbelotti, Dino Bonametti, José Laino, Nicola Izzo, Madre Gilda, Nestor do Val e Rua Brasil.
Residencial Monte Bello
Ruas Martim Wolf, José da Silva Guidio, José de Andrade, João Antônio de Arruda, Maurício Garcia e João Franco da Silva.
Vila Laino
Avenida Flaminio F.P. Machado, Ruas Ferreira Bonametti, João Ignácio F. de Campos e Antônio Mercadante Sobrinho.
Jardim Meira

Rua Delfino Tossi e Nelson Calesco Lanzoni.

Documento de libertação de duas escravas libertadas antes de 1888

Covid 19

  Governo de SP anuncia a flexibilização das máscaras em todos os ambientes Decreto tem efeito imediato; proteção permanece obrigatória no...